Tem bububu no bobobó
O aluguel como MacGuffin ideal
O aluguel como MacGuffin ideal
“O que vemos só vale – só vive – em nossos olhos pelo que nos olha” Georges Didi-Huberman O título deste texto refere-se diretamente ao livro do filósofo francês, leitor assíduo de Freud, Georges Didi-Huberman: “O que vemos, o que nos olha”, de 1992. Isto porque ele nos ajuda, com sua reflexão baseada na [...]
Ensaio relacionando as estéticas de Schopenhauer e Heidegger.
A relação das perspectivas ocidental e oriental com seus devidos tempos.
Quem somos? Como somos? Exposição incitante.
“A arte de hoje nos leva a enxergar as relações entre o espaço e o tempo de uma outra maneira”.
Nicolas Bourriaud
E o ano começa com cara de criança que perdeu a mãe no mercado.
Conversa que aconteceu no Museu Oscar Niemeyer com Juan Parada, membro do coletivo Interluxartelivre, sobre a trajetória do coletivo, suas ações mais polêmicas e algumas curiosidades que aconteceram em 8 anos do grupo.
Sobre os ruídos causados pela exposição O Estado da Arte, de curadoria de Maria José Justino e Artur Freitas.
Uma pouco da 29º Bienal de São Paulo.
Arte e ética em pauta, a obra de Nuno Ramos na Bienal de São Paulo de 2010.
A experiência de se deixar levar com um sorriso no rosto, e a surpresa do caminho de volta ser mais longo que o de ida.
E agora, algo completamente diferente: Terry Gilliam.
Jeremy Blake abre caminho com célere celebridade, deixando pra quem fica um rastro de interrogações.
Vim falar sobre o encantamento que a cerâmica exerce sobre mim e sobre o respeito que acredito que ela mereça de todos. Espero que também se sintam enfeitiçados…
Engano ao dizer a verdade. Perco para achar o sentido.
Vídeo com entrevista do artista visual Fernando Augusto, sobre o seu trabalho fotográfico “Deslocamento” realizado no Terminal Guadalupe em Curitiba.
A relação texto-imagem, HQ e personagens-símbolo.
Emma Kunz busca o universo em plenitude, e acaba passando de viés pela arte.
Um pouco sobre o processo de desestereotipização da imagem nos livros infantis.
Uma vez envolto pelo desconhecido, olhos atentos e mente ligeira.
No Brasil, a literatura infantil se iniciou com obras pedagógicas apropriadas de produções portuguesas, evidenciando sua dependência, característica das colônias.
Só para ver.
Repaint the streets!
Frente ao livro ilustrado, a criança vence a parede ilusória da superfície e, esgueirando-se entre tapetes e bastidores coloridos, penetra em um palco onde o conto de fadas vive.
Walter Benjamin
Mesmo sem grana envolvida, o pessoal produz. Parceria de artista visual Léo Dallarosa e a produtora de vídeos Asteroide Filmes, prova isso.
Exposiçao Divíduo – Emerson Persona e Francis Rodrigues. Para quem tem tempo de “ver” pintura: degustem!
Como já dito no título, a idéia é falar de fotografias que possuem características pictóricas e isso, nos dias de hoje. Que emprestam da linguagem das tintas e pincéis, suas cores, luminosidade e composição.
Com trabalhos constituídos a partir de tabus da nossa sociedade e conferindo a eles uma narrativa fantástica e absurda, Luiz Rodolfo nos apresenta um universo ambíguo.
Confira um pouco sobre a exposição Mirada de Deborah Bruel que se encontra aberta a visitação no Solar do Barão até o dia 08 de agosto